domingo, 22 de setembro de 2013

Minha veia nuclear jorrou
fuligem que hoje passeia no cinza

do céu

[plúmbeo]

que serena plácido sobre o meucabelo
castanho de ouvir poesias ruins serem
declamadas no ônibus a caminho

da vida

[etc]

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Uma decisão notória que me fez gastar alguns meses e hoje já não significa nada. Nem sei se eu deveria começar a me preocupar com essa FALTA DE SABOR NA VIDA que me persegue.

preciso apagar esta postagem amável depois

Não gosto de concretude em poesias. Poesias concretas não me interessam. Me enojam, pra ser sincera. Assim como não me interessa a paz mundial, a cura do câncer, o mau olhado, crianças birrentas, torta holandesa. Por mim todos nós morreríamos hoje-agora.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Pus-me a escrever sobre os meus últimos hábitos de leitura adquiridos através da preguiça ou da falta de vontade para as coisas relacionadas à cultura, mas de repente fechei a janela e tudo desfigurou-se. O negócio foi tão traumático que pequenas lagriminhas escorreram sutis e cândidas sobre minha face, que nesta hora tb se via um tanto triste, sobrancelhas baixas - um palavrão.

Sermão do Bom Ladrão - Pe. Antônio Vieira.

A salvação não pode entrar sem se perdoar o pecado, e o pecado não se perdoa sem se restituir o roubado: Non dimittitur peccatum nisi restituatur ablatum.