quinta-feira, 9 de maio de 2013
um brinde àquelas horas mortas
O assunto deveria ser sono ou a falta de, pode ser que também comporte os excessos. É prazeroso deitar quando se está cansada de tudo (até do corpo) e experimentar aquelas horas mortas, vagas. Porém é, no mínimo, desgastante deitar e deixar os olhos abertos, sempre abertos, como raízes no teto ou nos objetos interiores, aqueles que só fazem vida e instalam-se nos pensamentos, nas emoções que, assim como conseguem distrair prazerosamente por algum tempo - talvez até por um longo tempo -, também podem transtornar e muito, muito, muito. Das decepções causadas pelos sentimentos se ouve ecos de acúmulos que só se revelam à noite, que só transcendem quando você decide descansar do mundo, sair do mundo, dormir.
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