Gosto do meu estágio enquanto menina do interior que veio passar um tempo na capital (com pretensão de voltar apenas quando sinto a saudade apalpar meus sentidos) e se deslumbra pouco com o que vê porque isso nunca me fora estranho, nada nunca me fora estranho, uma vez que sou acostumada com as diferenças que me rondam há muito e noto que às vezes o espanto, o preconceito nasce da vontade de ser / fazer igual e não poder.
Ditos que se sentem ameaçados com as peculiaridades e cadências latentes não me surpreendem porque no fundo são iguais, monótonos, cheios de bíle negra que escorre e transborda, que apodrece os órgãos, desfoca, entope veias e enegrece os sentidos.
Falta aceitação.
Nenhum comentário:
Postar um comentário