quarta-feira, 9 de outubro de 2013
não devemos pensar num mundo como folhas em branco, isso é bobagem, ele já está escrito - aliás, pensar se o mundo encontra-se escrito ou rabiscado continua sendo bobagem grossa. não quero que se acomodem, não gosto de ver gente que espera a vida passar como se estivesse sentada assistindo tevê num domingo calmo. também não espero que me compreendam quando digo que é preciso que todos saiam um pouco de si e (novamente ele!) do mundo para poder respirar algo mais puro. a consciência, quando limpa, faz de você um ser mais limpo tb, com pensamentos e consequentemente ações bonitas. não sei de onde vem a fadiga que é ter de conviver com as pessoas sempre tão ocupadas e cheias de estresses, de fumaça... mas vejo que isso é infantilidade, zoon politikon, ou algo que o valha. ter de socializar é uma bênção, é uma tarefa que requer muita fé em você, no próximo e em D-us; ter de trabalhar ou estudar são outras tarefas enfadonhas porém necessárias para quem não quer se prender num mundinho hermético e pomposo das redes sociais finas. há os que vivem mentiras; os que se acham reis sobre a terra; os que se acham poderosos, belos, cultos. e há os que são. há tantas tipicidades que nem me consagra ter de enumerá-los porque é banal toda essa problematização em cima de uma questão fútil assim. hoje o que se pode fazer é tentar não entrar muito fundo (mergulhar) nas fantasias que o escondido nos impõe, que a falsa camuflagem nos reserva. reze sempre.
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